sábado, 8 de junho de 2013

DESCOBRINDO VALORES 3

Martin Luther King Junior e sua ideologia

Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.

Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.

Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.

Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!

Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje!

Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, e todas as colinas e montanhas virão abaixo, os lugares ásperos serão aplainados e os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne estará junta.





Compreendendo Valores e Ideologias
Discurso Político: “I Have a Dream” Marthin Luther King Junior

Objetivo: Mostrar aos alunos o quanto uma ideologia pode influenciar e ser passada para várias gerações
Foco: Alunos do 3º ano do Ensino Médio
Duração: 1 aula
Métodos de Ensino: Aprendizado em grupo, Cognitivista e Comportamentalista

Primeiro Momento

Começaremos a aula com a frase: “ Na natureza nada se cria, tudo se copia”

Questionaremos aos alunos qual foi o entendimento da frase. Em seguida, explicaremos o que significa ideologia, agregando-a com a frase citada, afim de comprovar que é assim que ideologias se propagam e influenciam;
Segundo Momento

Questionaremos aos alunos quais são suas respectivas ideologias, se há uma pessoa no meio do entretenimento, esportivo ou político que eles enxergam como referência e quais ideologias eles enxergam nessa pessoa;

Terceiro Momento

Diremos aos alunos que há exemplos que devemos respeitar e outros desconsiderar, enfatizaremos que há ideologias que modificaram o mundo que vivemos e daremos um exemplo: Marthin Luther King Jr; que tinha como ideologia: fraternidade, união e respeito ente as pessoas. MLK Jr lutou contra o preconceito, até mesmo morrendo por esse ideal, e como resultado desse legado:
O preconceito diminuiu, há um presidente negro nos EUA que está em seu 2º mandato; seu discurso tornou-se eterno e inspirador, suas frases são usadas até hoje e sua vida foi inspiração para uma música na década de 80 que faz sucesso até os dias de hoje, a canção “Pride (In the Name of Love) da banda U2, que aborda o discurso “I Have a Dream”

Quarto Momento
Para concluir, pediremos aos alunos que leiam o discurso “I have a dream”, e em seguida, pediremos que leiam a tradução da música; então, passaremos um vídeo que tem imagens de Marthin Luther King Jr enquanto passa suas célebres frases e de fundo a música Pride é tocada.
Depois perguntaremos o que eles entenderam sobre a importância de uma ideologia e quais podem ser suas consequências.
Por fim, pediremos que elaborem um texto que apresente sua ideologia e o que poderá ser transmitido para as gerações futuras; da mesma forma, pediremos que façam um texto comparativo com os valores que eles vêem refletidos nas ideologias de Martin Luther King , e se estes podem impactar a história como assim o famoso ativista fez. 

DESCOBRINDO VALORES 2


 Zé Ramalho e sua ideologia




Essa música emociona a quem ouve, como pode existir tantos contrastes em um país tão rico quanto o Brasil? O progresso chegou, sim, não há dúvidas, mas sabemos que em muitas cidades, tão esquecidas falta o mínimo da sobrevivência. Um país tão capitalista que poucos detém terras que dariam para abrigar muitas famílias, essas famílias sem ter o que comer, trabalhando por míseros salários. Não há educação, não há saude, não há bem-estar. 
Mas a esperança não morre, existem grupos que lutam para a melhoria do mundo, enquanto outros se deixam levar por essa sociedade que só destrói.
A música diz: "É duro tanto ter que caminhar, e dar muito mais do que receber.", nesse país quem mais trabalha não tem o suficiente, os artigos de nossa Constituição Federal dizem que todos os brasileiros tem direito a moradia, saúde e educação, mas me pergunto: Há um cumprimento real dessas leis? Nossos políticos não se importam com essa situação, só querem enriquecer seus bolsos, roubando dos nossos direitos, para comprarem seus iates, jatinhos, e engordar suas contas no exterior.
Que país é esse? Essa é a pergunta sensata a se fazer. Mas não devemos parar por aí, o questionamento por si só não leva a nada mais do que falta de ação. Temos que dar um basta nesse mundo tão Consumista, Capitalista, injusto.
Nós, como futuros professores e educadores, devemos levar esses questionamentos aos nossos alunos, fazê-los se sentir parte desse problema, e parte da solução. Colocar a responsabilidade em suas mãos, levá-los a refletir sobre ideias, sobre o que podem fazer para não se deixarem iludir pelos políticos, para acabar com essa sociedade desorientada.


Vocês que fazem parte dessa massa
Que passa nos projetos do futuro
É duro tanto ter que caminhar
E dar muito mais do que receber
E ter que demonstrar sua coragem
À margem do que possa aparecer
E ver que toda essa engrenagem
Já sente a ferrugem lhe comer

Ê ooohh vida de gado
Povo marcado e povo feliz

Lá fora faz um tempo confortável
A vigilância cuida do normal
Os automóveis ouvem a notícia
Os homens a publicam no jornal
E correm através da madrugada
A única velhice que chegou
Demoram-se na beira da estrada
E passam a contar o que sobrou

Ê ooohh vida de gado
Povo marcado e povo feliz

O povo foge da ignorância
Apesar de viver tão perto dela
E sonha com melhores tempos idos
Contemplam essa vida numa cela
Esperam nova possibilidade
De verem esse mundo se acabar
A arca de Noé, o dirigível
Não voam nem se pode flutuar

Ê ooohh vida de gado
Povo marcado e povo feliz


Existem muitas formas de se trabalhar esses questionamentos. Segue uma de nossas ideias:



Sequência Didática

  • Objetivo: Levar os alunos a questionamentos sobre a sociedade desorientada em que estamos. Construção de artigos de jornais. Aperfeiçoamento da fala em público com a apresentação de seus materiais.
  • Duração: Duas aulas.
  • Material: Cópia da música Admirável Gado Novo - Zé Ramalho, som, cd com a música citada. Artigo de jornais.
  • Ano: Terceiro ano do Ensino Médio.
  • Desenvolvimento
Primeira aula

Será distribuído aos alunos a cópia da letra da música em questão, e deixaremos tocar essa música para que os alunos acompanhem com a letra. Em seguida, será explanado o tema, desigualdade social, sem-terra, a pobreza e a miséria.
Dividiremos os alunos em grupos de cinco pessoas, e será solicitado a confecção de um artigo de jornal, sobre o tema da música. Podem pegar jornais para usarem como modelo, e podem inventar matérias com o tema, Os sem-terra, Desigualdade social, Pobreza no Brasil, para a criação desse artigo os estudantes deverão fazer uma pesquisa aprofundada sobre o tema.

Segunda aula

Nesse segundo momento, será a entrega dos artigos de jornais, e os alunos em grupo deverão apresentar seu artigo, e comentar sobre o ponto de vista do grupo, o que entenderam sobre a música, e ideias para que haja uma melhora no nosso Brasil.

  • Avaliação: Deve-se avaliar o conteúdo do texto criado, e perceber se a aula foi assimilada.

DESCOBRINDO VALORES 1





Nos próximos posts, trabalharemos as ideologias de músicas, tirinhas, vídeos, e no final de nossa análise será publicada a nossa sequência didática, para dar ideia aos professores, e futuros professores de como trabalhar esses materiais na sala de aula. Lembrando que o objetivo da utilização desses materiais não é apenas condicionar a interpretação de texto, mas sim, desenvolver o senso crítico dos alunos com temas de extrema importâncias para a melhoria de nosso país, já que nossos alunos serão o futuro dele.



MAFALDA E SUAS IDEOLOGIAS

Mafalda - Quino


Na tirinha acima da Mafalda podemos concluir que o tempo todo, e em todos os possíveis canais de 
comunicação somos pressionados a fazer parte da ideologia capitalista.
O qual nos intima a trabalharmos arduamente sem mesmo respeitar nossos limites, para no 
término de nossas vidas estarmos bem posicionados financeiramente.
Passa a impressão que só seremos “vencedores” se conseguirmos superar todas as 
dificuldades independentes de realizações pessoais, mas que no final de seu planejamento sua 
conta bancária e bens materiais sejam adquirimos e expostos.

Mafalda - Quino
Na tirinha acima da Mafalda pudemos perceber a crítica sobre os programas de 
telecomunicações atuais, onde jorram propaganda incentivando o consumismo (Ideologia 
Capitalista). Os textos subtendem se que você só será feliz se consumir todos os produtos 
oferecidos pelos publicitários, do contrario você não fara parte das pessoas bem quistas pela 
sociedade modelo”.



SEQUÊNCIA DIDÁTICA

  • Objetivo: Trabalhar análise e interpretação de texto e despertar o senso crítico nos alunos. Construção de textos argumentativos.
  • Duração: Duas aulas.
  • Ano:  Ensino médio
  • Materiais necessários: Cópias das tirinhas da Mafalda. Cartolinas. Jornais e Revistas.
  • Desenvolvimento:


Primeira etapa



Deve-se formar grupos de cinco alunos e distribuir as tirinhas aos alunos. Em seguida, será feita a leitura desse material. O professor introduz uma discussão sobre o tema CONSUMISMO, e abre o debate para que os alunos exponham suas ideias.  Utilizaremos cartazes, jornais e revistas. Os estudantes devem procurar por reportagens, anúncios, que expõe a questão do Consumismo Desenfreado, do Hipercapitalismo, montarão um cartaz com essas figuras, como uma crítica à sociedade.




Segunda etapa

Em um segundo momento, o professor fala sobre textos argumentativos, e como desenvolvê-los, pede aos alunos para criarem um texto argumentativo, expor suas opiniões, suas ideias de como melhor a sociedade com o propósito do Brasil se tornar um país mais consciente de seus problemas e não se esconder atrás dessa política do pão e circo, desse consumismo.

  • Produto Final: Cartazes com críticas e texto argumentativo.
  • Avaliação: Deve-se observar se os alunos conseguiram criar o texto argumentativo, se suas ideias são pertinentes, seus argumentos fazem sentido.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Hiperconsumismo no Shopping West Plaza

Na última segunda-feira dia 13/05/2013, nos reunimos no shopping West Plaza, eu Aline, César, Mari, Michelle, Renata e Vinicius, para observar o Hiperconsumo tanto citado no livro A Cultura-Mundo, de Jean Serroy e Gilles Lipovetsky e quem tem o poder, qual ideologia é representada nesse espaço, e o público que frequenta esse ambiente, com qual função.

Eis a nossa observação:

Esse shopping em questão, por ser próximo ao metrô Barra Funda atraí um público que não tem um poder aquisitivo alto. Quem frequenta esse shopping na maioria das vezes, são estudantes das Universidades próximas, trabalhadores da região, entre outros. As vestimentas são simples, jeans, tênis, camiseta, tudo muito confortável. Não há lojas muito chiques, são lojas mais populares, e observamos que as pessoas que frequentam esse ambiente se preocupam mais em ter e não ser, dentro da ideologia capitalista, idolatrando marcas. Não se preocupam por exemplo em ler, pois a livraria existente nesse Shopping estava vazia, e nas vitrines estavam livros mais populares, como o do Padre Marcelo Rossi, ou Kamasutra, ou livros direcionados para jovens, onde o objetivo é alienar e não de fato informar. As lojas mais caras estavam vazias, e lojas populares.
O acesso ao Shopping é tanto para clientes, que detém o poder aquisitivo para consumir as mercadorias em exposição tanto para funcionários do Shopping, ao sentarmos na praça de alimentação para fazermos nossas anotações fomos "expulsos" pelos seguranças, tivemos que consumir algo para que pudéssemos ficar sentados e fazendo nossas anotações. Portanto o acesso não é livre, o acesso é para compradores e funcionários apenas.


Agora, cada um de nós do grupo fez análise das seguintes lojas.



Loja Camicado

A empresa é repartida em setores, cada departamento foca atingir um nível diferente. A Loja que fica no Shopping West Plaza tem como objetivo vender presentes finos, tanto para casamento como para decorar a casa.
Ideologia: hiperconsumismo e capitalismo, produtos caros e que não podem ser comprados por qualquer cliente, é direcionado para a classe A, B e talvez a C. O valor está no ter e não no ser.
Elementos verbais: marcas e preços
Elementos não verbais: decoração e postura dos funcionários.
Há também um serviço de lista de casamento, para os noivos não ganharem presentes repetidos, e os noivos escolhem seus presentes.



Playarte

O cinema do Shopping só divulga filmes da produtora Playarte.
Público Alvo: pessoas que gostam da sétima arte, porém, os filmes que estão em cartaz não são filmes de alta cultura.
Ideologia: capitalismo, hiperconsumo e alienação.
Como sempre filmes intelectualizados não são valorizados neste espaço.
O ambiente é aconchegante e oferece alimentos nada nutritivos, pipocas cheias de manteiga, refrigerantes, chocolates e afins.
Elementos verbais: Título do filme e horário. Propaganda do patrocínio e das bandeiras de crédito.
Elementos não verbais: Pôsteres dos filmes
Valor aquisitivo: O ingresso é caro, não facilitando assim o acesso a todos, a classe D dificilmente tem condições de arcar com esse custo.



Uluwatu

Na vitrine como elemento verbal consta apenas o nome da loja e preços.
A comunicação é mais não verbal, é repleta de manequins musculosos vestindo moletons e camisetas de marcas do mundo jovem (surf e skate), trazendo a sensação de estar em um ambiente de esportes radicais, com pranchas e skates de diversas cores e tamanhos expostos nas vitrines.
O público alvo são jovens, crianças, patricantes de esportes, e adultos que querem passar uma imagem de que são radicais e podem pagar pelas roupas, as vestimentas expostas são caras e os tênis também.
Ideologia capitalista, do hiperconsumo, do ter.




Restaurante Divino Fogão

Elementos verbais: slogan da Brahma e demais cervejas.
Ambiente aconchegante trazendo a sensação de estar em uma cozinha realmente típica da fazenda. Comida por quilo, os alimentos estão armazenados em cumbucas de barro simulando panelas para fogão a lenha. Tanto seu interior quanto a fachada tem a decoração rústica. Atendimento self service, porém tem diversos funcionários a sua disposição. Pratos variados e diversas sobremesas.
Valor: custo médio, mas para o público que frequenta o shopping transforma-se em custo alto, pois observamos por alguns minutos e notamos que a grande maioria das pessoas optavam por lanchonetes com valores mais reduzidos.
Ideologia capitalista, do conforto, do hiperconsumo.




Loja Fast Shop

Elementos verbais: especificações técnicas, marcas dos produtos expostos nas vitrines.
Só há nessa loja as marcas mais modernas e conhecidas, como Sansung, LG, Sony, Brastemp, Eletrolux, Apple, entre outras.
Elementos não verbais: lojas com acessórios, produtos de última geração.
Vendedores prestativos, de prontidão na porta, inclusive entramos e fomos atendidos em menos de 3 segundos, com cordialidade.
Valores ideológicos: a loja Fast Shop é direcionada para o público A e B, mostra ideologias capitalistas, onde prevalecem os produtos com maior valor de capital, e dessa forma incentiva o hiperconsumismo tecnológico.
Acesso: não é qualquer pessoa que tem acesso a comprar na loja Fast Shop, pois, a loja em si já dá a impressão de ser "cara", e exclui as pessoas com menor poder aquisitivo. Não é como as Casas Bahia por exemplo, que é mais popular, e facilita o pagamento em até 36 vezes no boleto, a Fast Shop, só parcela no cartão de crédito no máximo em 10 vezes, dependendo do produto.
A propaganda contém pessoas "brancas", geralmente loiras, em contato com a tecnologia, dando a sensação de prazer ao utilizar os produtos.
O ambiente é bonito, com iluminação diferenciada, e contém pequenos ambientes em formas de sala, com televisores grandes, e sofás, tudo é organizado de forma esteticamente bonita e bem projetada.




Saraiva
A Livraria Saraiva consolidou uma reputação respeitosa na cidade de São Paulo, e garantiu um posicionamento estratégico e inteligente no shopping, estando entre os blocos A e B, possuindo uma ampla vitrine, repleta de diversos itens, de livros e revistas à jogos e filmes, que podem ser vistos facilmente ao fazer a passagem para qualquer um dos blocos, porém, isso não garantiu que a loja estivesse movimentada quando fomos visitá-la.
Boa parte da frequência do shopping não possui uma alçada alta o suficiente para consumir os produtos disponibilizados pela loja. As poucas pessoas que visitaram o local, folheavam alguma revista ou DVD e saíam em seguida. Um fato curioso é que o público elitizado ignorava o local, passando sem ao menos olhar.
Os elementos verbais da loja são simples: apenas o nome “Saraiva”, o preço dos itens em destaque e a divisão de sessões.  Já os elementos não verbais transbordam o local, com uma divisão explícita e nada proporcional entre livros, revistas, filmes, CDs e jogos. A sessão de livros não ocupa nem metade do local e sua variedade é pífia: 50% de Best-Sellers, 25% de auto-ajuda, 10% de dicionários e os outros 15% em livros infantis. Já a sessão de filmes/séries é relativamente rica, possuindo as mais novas e aclamadas produções, além de clássicos e shows, nas mídias DVD ou Blue-Ray. A sessão de games também é vasta comparada a de livros: diversos jogos para diferentes plataformas, além de acessórios.
Ao sairmos da loja, ficamos com uma pequena dúvida: “Isso não deveria ser uma livraria?”









Loja Hits


Loja destinada às mulheres, de classe média, com um padrão de corpo que a sociedade impõe (magras).
Vende-se biquínis, e outros tipos de roupas femininas,como pijamas e roupas intimas, não oferece suporte para as mulheres menos magras. Preços fora dos padrões, justamente por terem essa forma de seleção de público alvo. Na vitrine da loja mostra as promoções e descontos de até 70% para as mulheres.










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Aline, César, Mari, Michelle, Renata e Vini.